Miguel Joaquim

 

Seus olhos bonitos, dois Infinitos, dois Sóis.
Têm os Cantares da imensidade dos Mares, qual essência nos ares d’uma Foz!
Duas auroras, dois mundos.
Sublímico aljôfar profundo de brilhos facundos em crisóis.

Seu olhar me ensina que a natureza canta e mina, em prosas e rimas, dentro de nós!
Nas remanhãs e reauroras, seu olhar de luz me doura, em orvalhuras que enfloram meu presente, meu outrora e meu após!

Seus olhos, espelho das pérolas.
Enleio da terra e Mar.
Oráculo das angelicais prédicas.
Neles, os Céus parecem orar!

 

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Seu rosto, um Céu a bordo, brônzeo esplendido.
Sagrado oásis, uma amostra grátis do Infinito.
Anjo com traje majestático.
Meu luzeiro mais iluminático, mais bendito.
Meu portal mais dórico.
Meu sonho mais amórico.
O triunfar mais pórtico dos quesitos!

Seu olhar tem emoção.
Traz o beijo do coração.
Como um lindo astro outorga o abraço ao nobre galho da Constelação.

Seus olhos são a minha Pátria.
O portal de minha eternidade.
Duas Bandeiras que, a hástea, abraçam.
E leio os Céus em sua face!

Ó Miguel, ó puro Céu, ó filho meu!
Ao te gerar, pude recriar a Criação de Deus.
Ao te abraçar, consigo tocar em toda a eternidade!
Vejo-me brincar de roda a cirandar com todo o bailar da Posteridade!
Confabulá-lo-ia no cerne de minhas poesias, às margens da lua lho diria poemidades!

És um espírito de grande benevolência.
Caríssimo ser vindo do poder da Onissapiência.
No seu olhar, sinto a vida.
És um Mar nobre, onde Deus Se chove, Se pinga, em linda Presença!

És minha vitória mais épica.
Trazes o sorriso das artes mais plexas!
És a fotografia de toda a minha poesia, és a caligrafia dos meus dias e épocas!
Um anjo com coração, vivendo em pulsação nesta dimensão térrica!
Miguel Joaquim
Meu Céu, meu Querubim…
Meu lorel de marfim
Alma angélica!

Miguel Joaquim
Todas as estrelas se movem em ti!
És meu Firmamento aqui, uma obra constélica!

Sublimam-me tuas habilidades!
Português e inglês, tu dominas c’a intrepidez e fluenticidade.
Segues, portanto, dominando o idioma do espírito humano. Sábio é quem segue amando. Essa é a maior linguagem!
Espírito insígne.
Criança, e já bilíngue.
Estás perto da fluência trilíngue com autodidaticidade!
Seus diálogos tão maduros!
Dissertas sobre mil assuntos, com riqueza de conteúdos e fundamentalidade!

Alma extensa de genial completude.
Transcendente, vertente, Rio cujas correntes são virtudes!
Amor, probidade, honra, verdade, são o desenho mais pleno de sua face, em espiritude.
Impetua-se qual vento, deligenciando o Advento dos nobres sentimentos em plenitude.
Que seu lindo espírito sempre seja empírico nos louváveis princípios e nas grandes atitudes.

Torpor e maravilhamento!
Um Templo seus pensamentos!
Elegância em todos os tempos em verticude.
Saboreie, com integridade, a linguagem da simplicidade, o idioma da inorgulhidade, no bem que se acura na arte de ser amplitude.

És-me por mil filhos…
Tu és todo o meu sonho.
Em sua voz, mil preces tenho ouvido!
A canção que, c’o coração, componho!
Exales o caráter mais perfeito.
A integridade mais acurada.
A cultura da pureza nos feitos.
A espiritualidade mais sublimada!

Seu ser, um abraço da luz celeste.
Sua presença, são amáveis volições.
De ascencionais saberes me revestes.
Aproximes mais e mais das perfeições.

Como o Céu, és sem fim!
Amado filho Miguel Joaquim.
Estrada do Universo em corcel.
Carruagem das sapiências em broquel.

Em ti vejo desde as glórias das Galáxias à simples flor do campo, e o borborejo dos cantos das acácias.
Coração térrico, porém angélico, sobretudo singélico em luzes ávidas.
A felicidade e o Dom ético, em sua eternidade, são algo profético.
Amar é o ato mais benemérito, é a ação mais plácida!
Fluam, de seu interior, Edifícios de louvor, de mil andares em favor do bem, do amor e da graça.
Sobre sua vida espiritual e intelectual.
Estética, ética e cultural. Tudo que a abundância virtudeal abraça.
Lúdica, expressiva e social.
No campo da honra e da moral dignal fartem-se de graças!

Porque, ó menino meu, ó filho que o Céu me estendeu!
São as mãos dos inocentes que acariciam, para sempre, os cabelos reluzentes de Deus!

Todo sábio se afasta dos pensamentos das massas.
E dos estímulos grupais, das superficialidades bestiais que só atrasam.
Seja sempre regido por princípios enobrecidos, de elevados culturismos que, de altos altruísmos, nos façam!
Da cultura mercantilista-imediatista, consumista-escravagista, ostentativamente-capitalista que as almas vaidosíssimas enlaçam…
Esteja sempre longe, como os superiores Montes, que podem ser vistos de longe, mas sempre se afastam!!!

Que as altas virtudes sejam-lhe sempre bem- vindas.
Como o lago, mesmo estreito, pode ser o leito d’uma estrela linda!
Como o horizonte robusto, c’o Poente no busto, busca o Ser augusto, como o sábio justo – Sob o Poente ruivo e adusto- observa a vida!

Fizera-me, o seu olhar, renunciar as prosápias jactâncias.
E transubstanciar no mar de amar as rutilâncias.
Mar da quinta essenciação.
Sumo quantum de luziação espirituânica.

Porque, quem nasce Universo, nasce imensidão!
Nasce Infinito, nasce amplidão!
Nasce jardim, nasce frutificação.
Nasce iluminância.

*SUZIENE DE SOUSA CAVALCANTE   é escritora e Poeta brasileira, em Rondonópolis. Cantora,  Compositora, Palestrante, Biógrafa, Cronista,  Teóloga, Bacharel  em Direito, Oradora; e  Coordenadora do Projeto Arte Jurídica em Rondonopólis.

CONATO:                            www.facebook.com/suziene.cavalcante